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“A Corrente do Bem” é, para mim, um filme muito especial. Foi-me recomendado pelo meu professor de Religião e Moral, que me despertou imediatamente a curiosidade.
A história de amor mostra-nos que, quando temos vontade, podemos superar os nossos medos e obstáculos. A insistência do Sr. Simonet obriga a um esforço adicional dos personagens. Por vezes o mesmo acontece no nosso quotidiano. Em muitas ocasiões, precisamos dos nossos amigos para nos ajudarem a tomar o rumo certo na nossa vida.
Por outro lado, a “corrente” que o Trevor inventou é um exemplo de como a humanidade pode resolver todos os seus problemas com bondade e união.
A morte deste rapaz, na minha opinião, assemelha-se muito com o nosso dia-a-dia. Nem sempre as pessoas com as melhores intenções são compreendidas, e grande parte das vezes são descriminadas devido à escassez de bondade entre os Homens.
A parte em que o pequeno herói se apercebe que o mundo não é tão bom como ele pensa é muitas vezes passada comigo, quando não sou compreendido.
Penso que esta narrativa quer transmitir-nos uma lição de vida, que todos devemos seguir: com esforço e dedicação podemos acabar com os nossos problemas e tornar o mundo melhor. Apesar de ser triste, gostei imenso deste filme e recomendo vivamente a sua visualização.

Ontem disputou-se, no Estádio do Dragão, o clássico do ano. Em caso de vitória, o Benfica festejaria o título na invicta, enquanto que, se empatasse, teria o pé direito na conquista do campeonato nacional. Ao Porto, contrariamente, só interessava a vitória.
E o meu clube foi finalmente feliz, nesta época, ao derrotar o grande rival por 2-1. Encontrou um Benfica a jogar lento, com bolas longas e lançamentos laterais para a área, diferente das anteriores partidas.

Seria talvez porque jogava contra o FC Porto, o melhor clube de Portugal.
Os azuis e brancos souberam anular bem esta tática encarnada. Estiveram sempre por cima do jogo, a rematar muito. Por outro lado, o Benfica fechou-se atrás, tentando chegar à baliza de Helton através do contra-ataque, tendo consciência que bastaria um empate para praticamente tirar o campeonato aos dragões.
Os encarnados inauguraram o marcador num golo bem a seu género, com constantes ressaltos, até deixar Lima isolado na área. Seis minutos depois, Varela repôs o empate.
Este Benfica ia perdendo tempo, ia "metendo o autocarro à frente da baliza". Raramente incomodou Helton, o qual se manteve firme com toda a pressão natural.

Só, que às vezes, como diz o povo, o feitiço vira-se contra o feiticeiro. Quando já ninguém esperava, Kelvin, saído do banco, fez o golo da vitória portista, aos 90+2'. Era incrível o contraste nas reações das duas equipas: um Vítor Pereira a chorar de alegria e um Jorge Jesus a cair de joelhos numa imagem que daria um quadro.
Penso que este jogo foi uma vitória para Vítor Pereira. É verdade que fez com que o Porto sofresse e perdesse pontos anteriormente ao não exigir dos jogadores todo o seu potencial. Mas parece ter aprendido com os erros. Arriscou no momento certo, fazendo entrar Liedson e Kelvin, que inventaram um golo.
Imagens Retiradas do Sapo Desporto
O Benfica enfrentará, nas últimas três finais, o Chelsea, o Vitória de Guimarães e o Moreirense. Não me parece que ganhe algum destes jogos, dada a ainda maior nuvem negra que assombra a equipa.
Ao Porto resta, mais uma vez, apenas o campeonato. Vamos tentar "remediar" a época e ganhá-lo na Mata Real, e ao mesmo tempo começar a preparar a próxima temporada.
E para o ano, por favor, ganhem a Taça da Liga!
O FC Porto, clube do meu coração, empatou hoje mais uma vez no campeonato nacional, desta feita contra o Marítimo. A exibição muito fraca e a horrível concretização das oportunidades levaram o clube nortenho a atrasar-se na corrida ao título, que agora parece quase impossível. Devo confessar que me sinto um pouco irritado com esta situação.
Mas afinal, de quem é a culpa destas últimas exibições pobres do Porto?
- Jackson Martinéz? Sim.
De facto, se este tivesse finalizado todas as grandes penalidades a que foi chamado a converter, nesta altura os dragões ainda estavam com os mesmos pontos que o Benfica. Mas ele não é o culpado de tudo: foi também este Jackson que nos deu muitas vitórias, como contra o Rio Ave (para o campeonato) e a Académica (para a Super-taça).
- Os jogadores em geral? Claro.
«Joga-se lento no Dragão...». É uma frase que os comentadores desportistas têm repetido muito quando analisam os jogos portistas. É verdade: em cada jogo os azuis e brancos jogam mais lento que no anterior, o que demonstra a aparente falta de atitude dos jogadores.
- Vítor Pereira? Sim, e muito, a meu ver.
Se aos jogadores falta vontade de jogar, é ao treinador que compete a função de "estar em cima deles". É o que está a acontecer neste clube, mas o treinador não age. É clara a falta de pressão do treinador: prova disso são os comentários que este faz aos jogos, os quais, apesar de serem de má qualidade, não são criticados por Vítor Pereira, que insite em leituras das partidas muito irrealistas.
Penso que a direção, em especial Pinto da Costa, devia estar atento a estas peripécias, e perceber finalmente que precisamos de um melhor técnico para melhorar o futebol desta equipa.
O título ainda não está entregue, mas é quase iminente que é o Benfica que vai levar a melhor.
Claro que não podemos ganhar sempre, mas é um crime perder assim, por culpa própria.